Entretenimento

Cíntia Chagas aposta em literatura erótica em nova fase da carreira: ‘não me impede de explorar outras dimensões’

Divulgação / Luiz Tripoli
Cíntia Chagas ficou famosa com conteúdos de etiqueta e lingua portuguesa  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Luiz Tripoli
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 13/05/2026, às 14h54



Famosa por seus conteúdos de etiqueta e língua portuguesa, a influenciadora Cintia Chagas, de 43 anos, decidiu ampliar a própria narrativa e lançou o livro ‘Sexo, Amor e Hipérboles’, que é repleto de contos eróticos e revela uma nova faceta mais provocadora, sem abandonar a essência que a fez conhecida na TV e redes sociais. 


"A minha imagem ficou, sim, muito marcada pela defesa da norma culta e por um certo apreço a valores considerados tradicionais, mas isso não necessariamente me impede de explorar outras dimensões da experiência humana — inclusive a sexualidade — na literatura", contou ela em entrevista à revista Quem. 


Para a influenciadora, o projeto não representa uma ruptura, mas uma expansão criativa. “Um livro de contos eróticos, nesse sentido, para mim, é um exercício de linguagem e de narrativa, não um abandono de princípios", defendeu reforçando que erotismo e sofisticação não são excludentes. 


 "Produzir um livro com temática erótica não implica automaticamente uma mudança ideológica; pode simplesmente indicar interesse em explorar novos gêneros, desafiar expectativas do público ou evitar ficar presa a um único rótulo", analisou. 


Cintia ainda contou que a vontade de escrever sobre desejo surgiu espontaneamente. Ela lembrou que, no ano de 2019, até iniciou a escrita de um livro de contos ambientados no universo corporativo a pedido de uma editora, no entanto o projeto acabou sendo engavetado justamente pelo excesso de luxúria. “Havia muito erotismo para o ambiente profissional", contou antes de completar: "Não consigo lhe explicar por que razão tenho essa facilidade. E apreço pelo tema". 


No texto, ela nega ter imposto censura à própria imaginação. “Não me impus limites, afinal, escrevi e escrevo por prazer. Censurar os meus pensamentos significaria reduzir a mágica do processo criativo", justificou. “O meu texto é visceral, sim, mas jamais abandonei nele o rigor com a linguagem, com as escolhas lexicais e sintáticas", avisou.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)