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Karoline Lima esclarece boatos de que estaria proibindo a filha de viajar com Éder Militão

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Karoline Lima contou detalhes sobre o processo judicial movido pelo ex  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Instagram

Publicado em 18/07/2024, às 07h49   Cadastrado por Franciely Gomes



Karoline Lima usou as redes sociais para desmentir os boatos envolvendo a relação de sua filha, Cecília, com o pai, o jogador Éder Militão, nesta quarta-feira (17). A influenciadora rebateu a informação de que estaria proibindo a garotinha de viajar para Madrid, na Espanha, onde o atleta mora atualmente.

“Deixa eu aproveitar que estou conversando com vocês para esclarecer uma coisa. Hoje me deparei com algumas notícias em portais bem meia-boca dizendo que, segundo fontes, o outro lá pediu a guarda porque eu estava impedindo a Cecília de viajar para ver a madrinha, que eu não ia mais deixá-la viajar. Por isso, ele teria pedido a guarda”, disse ela.

“Eu preciso reiterar o que minha advogada já falou. Ela já se pronunciou sobre isso, afirmando que é uma mentira. Eu jamais faria isso, jamais pediria isso, pois é completamente sem sentido. Até porque ele mesmo já colocou nesse mesmo processo que não tem tempo, rotina ou programação, que não consegue se organizar para ver a Cecília, nem vir ao Brasil para vê-la”, completou.

A loira ainda reforçou que pediu alterações no ‘plano de convivência’ do craque do Real Madrid com a herdeira. “Ele também não consegue porque tem a rotina dele. Para que a Cecília continue convivendo com o pai e tendo acesso a ele, na verdade, o que apresentei no processo, o que minha advogada apresentou, foi um plano diferente de convivência”, explicou.

“A resposta ao processo foi um plano diferente de convivência, já que ele não cumpria o plano que tínhamos até então. Por exemplo, o plano é tal, a gente vai cumprir isso aqui para fazer funcionar, para dar certo, os dois verem ela, os dois ficarem com ela quando bem entenderem, com horários específicos”, disparou.

“Teoricamente, isso é para funcionar, mas não funciona. Já que não funciona, para evitar problemas e discussões, para inclusive termos uma melhor convivência, eu e ele, sem muita discussão, apresentei um novo plano de convivência. Não foi para impedir ele de ver ou impedir ela de viajar, jamais”, reforçou.

“Pelo que entendi, em vez de ele apresentar uma contraproposta, dizendo "não, eu não gostei desse novo plano, vamos fazer de outro jeito, vamos mudar isso, mas vamos abrir mão disso", ou conversar entre adultos, entre pessoas instruídas, sem advogados, ele simplesmente disse que não queria do jeito proposto e decidiu pedir a guarda. Foi isso”, concluiu. 

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