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A atriz Luana Piovani (48) afirmou que está difícil engatar um novo relacionamento após seu último divórcio. Morando em Portugal há seis anos e no ar em uma novela portuguesa, a artista afirmou que todos os homens bonitos e interessantes são gays e que os hetéros não se cuidam.
"Está difícil demais passar o rodo. No fim do ano, fui com o rodo na mão para o Brasil. Achei que eu ia dar na cara da macharada. Mas, não. Os homens bonitos, os interessantes, os que falam bem, os sorridentes, são todos gays. Os héteros estão velhos e acabados. O pessoal não foi para a academia, não foi para o dermatologista e não foi para a psicanálise. O que é visualmente interessante, quando você chega perto, é um boy lixo no último grau, um povo blasé, que não responde mensagem, que dá ghostzinho. Comigo? Dona do circo? Não mesmo!", disse em entrevista à revista ELA.
A atriz também afirmou sem qualquer timidez que usa aplicativo de namoro.
"Sim, estou no Raya, que é pago. Em Portugal tem pouca gente, mas eu fui me comunicando com homens de outros países. Adoro esse negócio de passar dois dias na França, três dias em Milão... Se não der certo, conheci um lugar novo", afirmou.
Com um perfil autêntico e polêmico, a atriz tem engajado seus cinco milhões de seguidores em discussões políticas e sociais, como na questão da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) das Praias, ganhando apoiadores e admiradores famosos, como o youtuber Filipe Neto que atribuiu a ela a não aprovação da PEC, mas comprando briga com outros, inclusive Neymar.
Piovani também é engajada na luta pela defesa dos direitos das mulheres, tendo, em 2028, denunciado o então namorado, o ator Dado Dolabella, por violência doméstica. Na época, embora vítima, foi acusada pela opinião pública de “querer aparecer”.
A artista também falou da sua religião e citou na polêmica envolvendo a cantora Claudia Leitte. Segundo Luana, muitos não acreditam que ela é evangélica.
"O que virou o evangélico, né? Está num lugar tão mal-representado. É Claudia Leitte que troca nomes nas músicas... É um bando de pastor roubando dinheiro dos fiéis e abusando de mulheres... Em Jaboticabal (interior de São Paulo), onde passei a infância, eu ia a uma igreja com a minha avó ter aula de parábolas bíblicas. Adorava. Outro dia, quando disse que sou evangélica, me perguntaram: e eles te aceitam lá? Questionei: desde quando ser uma mulher independente, combativa, não é sinônimo de ser alguém com fé? Hoje, gosto um pouco de budismo e, depois que virei mãe, encontrei Maria. Mas ainda me considero evangélica porque é dali que vem minha base. Aqui em casa, oramos todas as noites", destacou à ELA.
Sobre as falas polêmicas, mesmo respondendo a processos, a atriz se diz "consciente" do que diz.
"Sou filha de advogada e sempre estou consciente do que falo. Sei quando pode dar merda. E ainda confio em juízes e bons advogados. Então, vou para cima. Não sou leviana. Respondo a três processos. Um deles acabou de chegar, movido pela Sarí Corte Real (condenada por abandono de incapaz que resultou na morte do menino Miguel, que caiu de um prédio em Recife, em 2020). É um pedido de indenização de cunho moral no valor de R$ 50 mil, por eu ter dito que ela matou Miguel e a ter chamado de rica. Começo a perceber que estou tomando uma posição de heroína do Brasil quando sou processada por algozes", apontou também à revista ELA.
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