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Aos 90 anos, Renato Aragão se vê mais emotivo e, segundo ele mesmo, virou um “idoso chorão”. O humorista vive dias difíceis após uma onda de boatos nas redes sociais. Desta vez, o foco foi a relação com sua filha mais velha, Juliana, fruto de seu primeiro casamento.
Em entrevista ao F5, Renato negou que a esconde ou que possui um tratamento diferenciado com a filha, que trabalha como motorista de aplicativo, vive uma relação homoafetiva e afirmou estar em dificuldades financeiras.
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“Ela é minha filha tanto quanto o Paulinho, o Ricardo, o Renato Jr. e a Lívian. Nunca fiz diferença, nem pela escolha sexual dela, nem por ser adotiva. Filho é filho”, afirmou. Renato também disse que não tem conhecimento de nenhuma vaquinha feita por Juliana para comprar remédios. “Se fez, foi por alguma razão pessoal dela. Ficamos tão surpresos quanto todo mundo”, relatou.
Renato explicou que Juliana nunca morou com ele, mas sim com a mãe, e hoje vive separadamente. Ainda assim, mantém relação próxima com a neta. “A filha dela mora comigo, tem 17 anos e está indo para a faculdade. Temos uma relação incrível.”
Sobre os ataques recentes, o comediante afirmou que há uma campanha coordenada contra ele e sua família. “Estão nos atacando com mentiras. Eu, minha mulher, meus filhos, meus amigos, todos estamos sofrendo. Isso não é novo, mas está cada vez mais pesado.”
Renato também rebateu os questionamentos sobre sua saúde: “Tenho 90 anos, não estou tão rápido como antes, mas continuo caminhando, fazendo esteira, escrevendo, gravando vídeos, participando de reuniões, indo a banco, shopping, supermercado... Amo meus cães e gatos. Tenho muitos projetos em andamento.”
Ele também admitiu estar mais sensível: “Tenho chorado muito, no Altas Horas, no Fantástico. Dizem que vem com a idade.”
Renato Aragão rebate críticas a suposta relação ruim com a filha mais velha, nega que seja um profissional de trato difícil e afirma que, aos 90 anos, não vai mais sofrer calado.
— Folha de S.Paulo (@folha) April 14, 2025
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🎦 Renato Aragão pic.twitter.com/IYRsHQVrWD
Acusado de ser rude nos bastidores e de exigir ser chamado de "Seu Renato", ele refutou: “Nos filmes, além de atuar, eu produzia, escrevia e financiava. Era muita responsabilidade, com dezenas de empregos em jogo. Nunca fui arrogante. Fui profissional. O que eu queria era entregar um bom trabalho.”
O artista também lamentou os boatos sobre desavenças com seus antigos colegas de “Os Trapalhões”. “Querem transformar colegas e amigos em inimigos para conseguir cliques. Usam desentendimentos normais de trabalho, de 40, 50 anos atrás, como se fossem grandes brigas. É mentira.”
Por fim, o humorista fez um apelo: “Quero respeito pela minha história, pelos meus 70 anos de carreira, pelos meus 90 de vida. Que parem de usar mentiras para manchar uma trajetória marcada por amor, alegria e amizade. E que me chamem de Didi, como sempre fizeram.”
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