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Um projeto de lei aprovado em setembro de 2022 e que ainda aguarda a sanção do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), pode mudar a forma como os foliões se vestem durante o Carnaval na cidade. A proposta, criada pelo vereador Cezar Leite (PL), visa coibir o uso de fantasias com conotação sexual ou que possam ofender símbolos religiosos cristãos, como as de Jesus Cristo ou de freira.
Multas para quem descumprir a regra
O , para quem desrespeitar a nova regulamentação. A penalidade será aplicada a quem usar fantasias consideradas “hostis” à fé cristã, como as de freira com conotação sexual. Além disso, artistas que se apresentarem com esse tipo de fantasia poderão ser barrados de eventos organizados pela prefeitura de Salvador.
“Agora, vai se pagar multa se botar roupa de Cristo, se colocar roupa de freira para ficar sambando no Carnaval. Artistas que fizerem isso também não serão contratados em eventos promovidos pela prefeitura. Nós defendemos a fé cristã”, afirmou o vereador Cezar Leite.
Em caso de reincidência, a multa pode dobrar, chegando a até seis salários mínimos, cerca de R$ 9,6 mil. Além disso, o projeto também prevê a criação de canais de denúncia para facilitar a fiscalização e aplicação das penalidades durante o período carnavalesco.
A tendência em outras cidades brasileiras
A proposta de combate à “Cristofobia” no Carnaval não é uma medida isolada de Salvador. Outras grandes cidades do Brasil, como São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Maceió, também já aprovaram leis semelhantes que estabelecem o Dia do Combate à Cristofobia e proíbem ofensas à fé cristã durante as festividades. Municípios menores, como Sete Lagoas (MG), Viana (ES) e Sorocaba (SP), também aderiram a essas iniciativas.
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