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VÍDEO: Lore Improta revela perrengues em início de carreira na web e expõe cachê no Faustão: "não me sustentava"

Reprodução / Redes Sociais / TV Globo
Lore Improta integrou o balé do Domingão do Faustão, na TV Globo, por cerca de dois anos  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais / TV Globo
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 19/09/2024, às 08h18



Talvez quem começou a acompanhá-la a pouco tempo não saiba, mas Lore Improta já foi bailarina do Domingão do Faustão, da TV Globo. A dançarina baiana integrou o grupo por cerca de dois anos, entre 2015 e 2017, época em que passou a se tornar bastante conhecida nas redes sociais.

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No entanto, se engana quem pensa que a loira vivia no luxo por aparecer todos os domingos na televisão, na maior emissora do país. Em entrevista no programa “Na Palma da Mari”, na CNN, da jornalista Mari Palma, a baiana garantiu que o cachê não era suficiente.

“Eu comecei a surfar nessa onda da internet, mas não ganhava dinheiro. Logo em seguida teve o concurso do Faustão, uma fã que me inscreveu, juntamente com a minha mãe. Ganhei, foi crescendo o número de seguidores, só que o salário do Fausto não me sustentava aqui em São Paulo, precisava buscar outra maneira de ganhar dinheiro”, contou.

Lore ainda relembrou os primeiros ganhos em sua carreira na internet e que precisou morar de favor. “Comecei a cobrar R$ 50 para fazer um post, às vezes não cobrava, fazia parceria e ganhava roupa. Eu não tinha uma vida estável financeiramente falando, estava passando por uma época muito difícil com a minha família, morei em São Paulo de favor.”

A esposa de Leo Santana afirmou que decidiu de forma muito arriscada os novos rumos para tentar se sustentar. “Foi muito no escuro. Comecei a fazer uma grana na internet, saí do Fit (Dance), criei o show da Lore, e ali, comecei a ter equilíbrio financeiro maior. Ganhava R$ 1.500, R$ 2.000 por show, juntava com meu cachê do Fausto, e aí consegui pagar o aluguel em São Paulo”.

Mas, os perrengues vem de antes da fama. Formada em publicidade, a dançarina vem de família humilde e disse que teve que "se desdobrar" para conseguir concluir o ensino superior. “No meio da faculdade, a gente não tinha dinheiro para pagar a mensalidade. Tinha um prêmio, mérito acadêmico, e aí ganhei como melhor aluna de publicidade. Ganhei bolsa. Consegui finalizar minha faculdade por conta disso”, contou.

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