Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 05/02/2026, às 17h44
O Corinthians fechou um acordo de transação tributária com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para pagar uma dívida de R$ 1,2 bilhão, nesta quinta-feira (5).
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Com o negócio acertado, o Timão vai pagar R$ 679 milhões. De acordo com o ge, o desconto de 46,6% é referente a juros, multas e encargos.
O acordo da negociação foi iniciado em 2024 e o valor da dívida será dividido em 120 prestações para os débitos não previdenciários e 60 prestações no caso dos previdenciários, segundo informou a PGFN. A expectativa é que a dívida renegociada seja paga em 10 anos.
Inclusive, a dívida de R$ 1,2 bilhão era considerada pela PGFN como irrecuperável. O acordo ainda envolve pagamentos não previdenciários (R$ 1 bilhão), previdenciários (R$ 200 milhões) e FGTS (R$ 15 milhões). O acordo prevê que o time mantenha a regularidade fiscal daqui pra frente e assegure o cumprimento dos termos da negociação.
Sobre o Fundo de Garantias do Tempo de Serviço (FGTS), o Corinthians decidiu pela modalidade oferecida pela Caixa Econômica Federal, que diz sobre os descontos de pouco mais de 30% e pagamento em 60 prestações. Acerca dos créditos de contribuição social, o acordo prevê o pagamento à vista com desconto de 70%.
Como garantias para o pagamento do acordo, o Corinthians ofereceu os valores que tem para receber da loteria Timemania e o Centro de Treinamento da equipe, o Parque São Jorge que é avaliado em R$ 602,2 milhões. A PGFN informou que vai acompanhar de perto o cumprimento dos termos do acordo pela equipe da Série A
Em nota, o alvinegro paulista informou que aguarda uma manifestação formal da PGFN com o clube para poder se manifestar. A dívida bruta do Corinthians é estimada em R$ 2,8 bilhões, conforme o último balancete foi divulgado pelo clube, em novembro de 2025.
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