Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 29/06/2026, às 18h21
Ao menos cinco atletas, que estão concentrados para a disputa da Copa do Mundo, estão sendo ou foram investigados acusados de estupro antes do começo da competição.
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Entre os acusados, estão três atletas que estão enfrentando o Brasil na Copa do Mundo, dois japoneses e um marroquino. Mas, mesmo enfrentando processos em curso, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) permitiu que os esportistas estivessem disputando a competição mais importante da modalidade.
Entre eles, estão os atletas Junya Ito e Kaishu Sano (Japão), assim como o lateral e capitão marroquino Achraf Hakimi, que foram rivais da Seleção Brasileira neste mundial. De acordo com o ge, a Fifa aponta que não tem uma regra geral para proibir a inscrição dos atletas que andam enfrentando acusações ou respondem por estupro ou agressão sexual.
Em caso de ausência de uma suspensão disciplinar da Fifa ou outra medida que impeça o jogador de atuar, como decisão judicial, o atleta pode continuar jogando.
Confira casos de atletas acusados de estupro.
Ito até foi cortado da Copa da Ásia. O jogador apresentou uma denúncia criminal contra as duas mulheres, alegando que ambas estavam realizando falsas denúncias. Em agosto de 2024, os promotores do Ministério Público decidiram não seguir adiante nem contra Ito, nem contra as mulheres, pois alegava falta de provas sobre o caso;
O camisa 2 do PSG até solicitou o arquivamento do caso, mas teve seu pedido de recurso negado pelo Tribunal de Apelação de Versalhes e vai ser julgado pelo crime na Justiça da França. A jovem alega ter sido estuprada, e registrar queixa formal, após ter sido convidada para ir para a casa do jogador.
No local, Hakimi teria começado a beijá-la e fazer investidas sexuais sem consentimento, antes de estuprá-la. A vítima apontou que conseguiu fugir e pedir ajuda para uma amiga. O lateral foi indiciado em março de 2023;
O atleta foi acusado cinco vezes por duas mulheres por supostos crimes cometidos entre 2021 e 2022, época em que esteve no Arsenal (ING). Ele foi acusado por uma terceira mulher de ter cometido agressão sexual e não pode ter contato com a vítima.
No começo de 2026, mais duas mulheres também acusaram Partey, e ele se declarou inocente em um tribunal inglês. Em 2025, o meiocampista ganês foi preso, mas recebeu condicional após pagar fiança, sob a condição de precisar informar qualquer mudança permanente de endereço ou realização de viagem internacional.
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