Esporte
por Cauan Borges
borgesjornalismo2023@gmail.com
Publicado em 30/09/2026, às 15h36 - Atualizado às 15h42
O São Paulo pode ganhar uma nova gigante do mercado farmacêutico entre os parceiros comerciais. A Cimed entrou no radar do clube em meio às incertezas que envolve a Superbet, atual patrocinadora máster, e ao encerramento do contrato de naming rights do MorumBIS com a Mondelez, previsto para dezembro.
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O interesse ganhou força depois que Adibe Marques, CEO da Cimed e dono de uma fortuna de R$5,2 bilhões, publicou nas redes sociais uma imagem feita durante uma possível reunião no estádio do Tricolor Paulista. Na publicação, o executivo escreveu “haverá sinais SPFC”, e aumentou as especulações sobre uma possível parceria.
Segundo informações do portal Lance!, as conversas ainda estão em estágio inicial, e não existe proposta formalizada entre a empresa e o clube tricampeão mundial, tampouco valores definidos para um eventual acordo.
Inicialmente, a farmacêutica estaria interessada em associar sua marca ao clube diante da proximidade do fim do contrato entre São Paulo e Mondelez. A partir desse movimento, outras propriedades comerciais do Tricolor também podem entrar nas negociações. A empresa é patrocinadora do rival Palmeiras, do Cruzeiro, além da Seleção Brasileira.
Uma possibilidade seria a presença da Cimed na camisa do São Paulo, especialmente diante das incertezas envolvendo a Superbet. O contrato da empresa de apostas com o clube está previsto para durar até 2030, porém passou a ser afetado pelas mudanças regulatórias anunciadas pelo Governo Federal.
A Medida Provisória nº 1.394, publicada na última sexta-feira (25), proibiu a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa no Brasil. O contrato entre São Paulo e Superbet possui cláusulas que permitem a suspensão ou o encerramento da parceria em caso de impedimentos regulatórios. Ainda não há confirmação de que o vínculo será encerrado.
O 'Soberano' trabalha com a possibilidade de congelamento do contrato enquanto avalia os impactos das novas regras sobre a propriedade comercial.
🏟️ Ainda em estágio inicial, mas o São Paulo tem conversas com a CIMED para o NAMING RIGHTS do MorumBIS.
— Caique Silva (@silvapcaique) September 30, 2026
Internamente já é dado como certo que a Mondelez não ficará a partir de dezembro de 2026.
Há algumas horas, Adibe Marques, diretor comercial da empresa e filho de João… pic.twitter.com/n0KONtKVqL
Outro espaço importante do São Paulo ficará disponível no mercado ao final de 2026. O contrato com a Mondelez, responsável pelo nome MorumBIS, termina em dezembro deste ano. O acordo foi firmado em 2023 e prevê o pagamento de R$ 75 milhões ao clube, divididos em R$ 25 milhões por temporada.
A equipe paulista chegou a buscar a renovação da parceria, porém outras empresas passaram a ser consideradas nas discussões sobre o futuro nome do estádio. Uma das possibilidades ventiladas anteriormente foi o nome “MorumBYD”, em referência à montadora chinesa BYD. A empresa chegou a demonstrar interesse pela propriedade, porém não houve formalização de acordo.
Com as negociações de naming rights ainda indefinidas e a situação da Superbet sob impacto das novas regras para as apostas esportivas, o São Paulo passou a avaliar diferentes possibilidades para suas propriedades comerciais.
⚠️ São Paulo tem conversas com a CIMED para a venda do naming rights do Morumbi.
— Somos São Paulinos (@somosaopaulinos) September 30, 2026
🗞 @silvapcaique
📸 Reprodução pic.twitter.com/GyHw1Ns2PR
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