Esporte
por Gabriel Santana
Publicado em 23/07/2026, às 17h29
A Federação Norueguesa de Futebol (NFF) revelou que vai apresentar uma queixa formal para a Federação Internacional de Futebol (Fifa), depois do atual presidente dos EUA, Donald Trump, ter interferido na decisão da expulsão do atacante estadunidense, Folarin Balogun, na última Copa do Mundo.
📲 Clique aqui e inscreva-se no canal do BNews no Youtube!
A entidade que comanda a equipe algoz da Seleção Brasileira neste mundial se manifestou, através da atual presidente, Lise Klaveness. Em entrevista ao veículo inglês The Times of London, ela apontou que as demais confederações deveriam fazer o mesmo.
“Este caso foi tão grave e tão preocupante que espero que ele ajude as pessoas a se exporem um pouco mais e não tenham medo de levantar casos. Precisamos que nosso líder na Fifa diga que isso foi um erro”.
O camisa 20 e um dos principais destaques da equipe estadunidense foi expulso na vitória contra a Bósnia e Herzegovina, na fase de 16 avos de final da Copa do Mundo. Como punição, Balogun deveria estar fora da partida decisiva contra a Bélgica, nas oitavas, mas a Fifa suspendeu o gancho, mesmo sem ter nenhum processo formal para o recurso.
Posteriormente, Trump confirmou que telefonou para Gianni Infantino, atual presidente da Fifa, para solicitar uma revisão do caso.
“Tudo o que eu fiz foi pedir uma revisão, porque eu não achei que foi falta. E, de novo, eu sou bom nisso. Acho que eles tomaram uma decisão brilhante. Acho que a marcação do árbitro foi horrível", disse Trump.
Klaveness relatou que a decisão foi influenciada por fatores externos e sem o devido processo legal e ainda ligou a ação da Fifa com interesses de líderes políticos.
“Se você começa a se adaptar desse jeito a líderes de Estado e à política de Estado, você muda o seu comportamento e o comportamento da organização, e também a linha vermelha do que líderes de Estado deveriam interferir. E isso aconteceu".
A entidade revelou que a decisão foi tomada através de um comitê disciplinar independente. Infantino declarou que eles atuam de forma autônoma, sob as regras do Código Disciplinar da Fifa, e que a atuação é essencial para a credibilidade e integridade do futebol, além de relatar que a decisão deve ser respeitada.
O ‘manda-chuva’ da Fifa ainda confirmou que conversou com Trump, mas negou qualquer tipo de interferência política no julgamento sobre a suspensão da expulsão de Balogun.
Classificação Indicativa: Livre
Despencou o preço
Smartwatch top
Notebook Poderoso
Imperdível
Qualidade JBL