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Dados do Relatório de Bens Materiais do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apontam que pelo menos 100 igrejas e edificações religiosas que fazem parte do patrimônio nacional estão em condições precárias de conservação.
Igrejas famosas como as de Recife (PE), Mariana (MG), Rio de Janeiro (RJ), Belém (PA) e Salvador (BA), apresentam nível de conservação “ruim” ou “péssimo”, conforme a avaliação dos técnicos do órgão. O levantamento foi feito pelo portal Metrópoles.
Na Bahia, estão 13 destes templos religiosos. Um deles é a igreja histórica de São Francisco, na capital baiana, conhecida como “igreja de ouro” e cujo teto desabou na quarta-feira (5), deixando uma pessoa morta e outra cinco feridas.
Em Salvador, além da Igreja de São Francisco, que havia passado pela última fiscalização em junho de 2023 e já estava em condição “ruim” à época, mais três — todas tombadas — estão em situação precária. São elas: Igreja de São Miguel, Igreja de Santo Antônio da Mouraria e Capela do Corpo Santo.
Apesar de tombadas, elas são propriedades privadas. A Igreja de São Francisco, por exemplo, pertence à Ordem Primeira de São Francisco, responsável pela gestão e manutenção da edificação, enquanto o Iphan, órgão de proteção do patrimônio cultural brasileiro, atua na preservação, com ações de restauro e fiscalização da conservação.
Confira a lista das igrejas em estado precário na Bahia identificadas pelo Iphan:
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