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Número de filhos por mulher no Brasil é o menor da história, diz IBGE

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Taxa de fecundidade está abaixo do nível de reposição da população  |   Bnews - Divulgação reprodução - freepik

Publicado em 27/06/2025, às 13h54   Gabriel Santana



O Brasil tem a menor taxa de fecundidade já registrada na história: 1,6 filho por mulher, informação segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número é menor do que o nível de reposição populacional mínimo necessário para que a população se estabilize ao longo das gerações futuras.

A reposição populacional é a taxa que mede o número médio de filhos que cada mulher precisa ter para manter as futuras gerações. O patamar ideal é de 2,1 filhos por mulher.

O índice ainda compara nascimentos, mortes e casos em que a mulher não tem filhos. A taxa do Brasil (1,6) é menor que de países como Nigéria (4,6), França (1,8) e EUA (1,7), e está acima de Argentina (1,5),Chile (1,3) e Itália (1,2).

O Censo também divulgou que o número de fecundidade vem caindo desde os anos 1970, começou pela região Sudeste e foi se espalhando para todo o Brasil. Além disso, foi mais específico nas diferenças entre os grupos sociais como etnia e religião, a lista segue abaixo:

Entre as mulheres que lideram em número de filhos estão:

  • indígenas- 2,8
  • pardas- 1,7
  • pretas- 1,6
  • brancas- 1,4
  • amarelas- 1,2

Sobre as idades quando as mulheres estão decidindo ter filhos, os dados divulgados pelo órgão nacional mostra que a média saiu de 26,8 anos em 2010 e passou a ser 28,1 anos em 2022. Um dos fatores para isso acontecer foi o aumento da taxa de fecundidade entre todas as faixas etárias acima de 30 anos, e a diminuição entra as mulheres com menos de 24 anos. O levantamento diz que esse aumento da idade média é por causa do adiamento da maternidade e a redução do desejo das mulheres de serem mães.

O país tem a menor taxa de fecundidade já registrada: 1,6 filho por mulher, informação segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse número é menor do que o nível de reposição populacional mínimo necessário para que a população se estabilize ao longo das gerações futuras. A reposição populacional é a taxa que mede o número médio de filhos que cada mulher precisa ter para manter as futuras gerações. O patamar ideal é de 2,1 filhos por mulher.

O índice ainda compara nascimentos, mortes e casos em que a mulher não tem filhos.

A taxa do Brasil (1,6) é menor que de países como Nigéria (4,6), França (1,8) e EUA (1,7), e está acima de Argentina (1,5),Chile (1,3) e Itália (1,2).

O Censo também divulgou que o número de fecundidade vem caindo desde os anos 1970, começou pela região Sudeste e foi se espalhando para todo o Brasil. Além disso, foi mais específico adicionando as diferenças entre os grupos sociais como religião:

  • evangélicas 1,7
  • católicas- 1,5
  • sem religião- 1,4
  • religiões de matriz africana- 1,2
  • espíritas- 1

Sobre as idades quando as mulheres estão decidindo ter filhos, os dados divulgados pelo órgão nacional mostra que a média saiu de 26,8 anos em 2010 e passou a ser 28,1 anos em 2022. Um dos fatores para isso acontecer foi o aumento da taxa de fecundidade entre todas as faixas etárias acima de 30 anos, e a diminuição entra as mulheres com menos de 24 anos. O levantamento diz que esse aumento da idade média é por causa do adiamento da maternidade e a redução do desejo das mulheres de serem mães.

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