Um ranking atualizado do portal Reclame Aqui divulgado nesta sexta-feira (26), aponta as 5 piores empresas, com base nas experiências relatadas pelos usuários. A análise busca reforçar a importância da transparência, agilidade e qualidade no atendimento ao cliente.
Segundo a plataforma, os consumidores não apenas realizaram reclamações, mas também participaram de forma ativa com votação e avaliação de empresas de diversos segmentos.
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A classificação destacou tanto as melhores quanto as piores organizações em índices de solução de problemas nos últimos 30 dias. Critérios como clareza na comunicação, escuta ativa e uso da tecnologia para resolver conflitos de forma eficiente foram destacados na análise.
Ranking
De acordo com o ranking, as organizações que tiveram os índices mais baixos de resposta às demandas dos clientes foram:
- Claro (14.445 pontos): A operadora teve menos de 50% das reclamações respondidas. Entre os principais problemas relatados foram 33,75% por cobrança indevida; 22,88% por serviços de internet residencial; e 27,6% por provedores e servidores de internet.
- Vivo (14.415 pontos): Outra operadora de telefonia na lista que teve menos de 50% de resposta às reclamações. Dentre as ocorrências, 31,25% se referem a cobranças indevidas; 25,57% a serviços de internet para casa; e 29,38% a problemas com provedores e servidores de internet.
- Uber (8.765 pontos): O aplicativo de mobilidade registrou menos da metade das queixas respondidas. Os principais motivos de insatisfação foram 41,28% por cobrança indevida; 25,55% por serviços relacionados à internet; e 50,73% por falhas de provedores e servidores.
- Correios (6.021 pontos): A estatal ficou abaixo dos 50% de respostas. Entre os problemas mais apontados estão 38,91% por cobrança indevida; 69,28% relacionados a serviços de internet; e 55,58% envolvendo provedores e servidores.
- Universidade Anhanguera (3.916 pontos): A instituição de ensino apresentou nota média de 5,8 de 10 no Reclame Aqui. As principais queixas foram 31,27% por cobrança indevida; 17,16% relacionadas à área do aluno no site; e 41,58% a problemas gerais com a universidade.