Geral
por Gabriel Santana
Publicado em 11/08/2025, às 14h50
Especialistas relacionados à neurologia explicaram qual o melhor formato para absorver informações de conteúdos. Essa discussão vem à tona, muito pelo aumento do crescimento de podcasts e audiobooks. Eles se tornaram bem comuns na rotina e essa escolha varia muito entre as pessoas.
Se inscreva no canal do BNews no YouTube.
De acordo com uma matéria veiculada pelo Portal Metrópoles, as duas formas de consumir os conteúdos possuem um mesmo objetivo final: compreender e guardar a informação. Mas, a diferença entre elas é o caminho percorrido pelo conteúdo no cérebro. Ler e ouvir ativam áreas cerebrais diferentes e isso possibilita com que habilidades de memória sejam influenciadas de diversas formas.
Na leitura, o cérebro aciona as áreas occipitotemporais, as responsáveis por reconhecer as palavras de forma visual e as regiões pré-frontais, associadas à interpretação e análise das informações. Isso possibilita dar mais espaço para pausas, releituras e reflexões, acarretando em aprendizados melhores.
Na audição, o cérebro aciona o córtex auditivo e áreas do lobo temporal que atuam no significado das palavras. Nesta forma, o processamento é mais rápido e pode ser interpretado mais rápido e de forma mais intuitiva.
O neurocirurgião Guilherme Rossoni, destacou que na leitura, o cérebro ativa áreas ligadas à visão e interpretação de palavras: “O cérebro tem uma rota um pouco diferente, mas o objetivo final é o mesmo: entender e armazenar a informação”.
Rossoni ressalta que os formatos possuem uma característica mais específica do que o outro, como no caso dos textos técnicos que tendem a ser melhor compreendidos na leitura. Assim como as histórias e entrevistas são melhores assimiladas no formato de áudio. Só que, “o importante é descobrir qual formato funciona melhor para cada pessoa”.
Classificação Indicativa: Livre
som poderoso
Som perfeito
Smartwatch top
Qualidade JBL
iPhone barato