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Mais de 100 crianças alunas passam mal após suspeita de intoxicação; saiba detalhes

Reprodução/TV Anhanguera
A suspeita de intoxicação dos alunos foi divulgada pela Secretaria de Educação (Seduc)  |   Bnews - Divulgação Reprodução/TV Anhanguera
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 01/06/2026, às 19h07



Mais de 100 alunos do Colégio Estadual em Período Integral (Cepi) Professor Sérgio Fayad Generoso, em Formosa, no Entorno do Distrito Federal (DF), passaram mal sob suspeita de uma intoxicação alimentar após almoçarem na última quinta-feira (28).

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A principal suspeita é de que um escondidinho de carne possa ser a causa da intoxicação. Em nota, a Secretaria de Estado da Educação de Goiás (Seduc) relatou que começou a apuração do caso na última sexta-feira (29). Os alunos apresentaram sintomas como mal-estar, incluindo dores estomacais, náuseas, vômitos e sensação de desmaio.

A direção da escola, após ter conhecimento da situação, adotou as medidas necessárias para atender os alunos e colaboradores afetados. Os órgãos de saúde responsáveis foram acionados e foi oferecido apoio aos estudantes e servidores da unidade de ensino.

Amostras dos alimentos foram enviadas para um laboratório especializado em Brasília (DF), a capital Federal, onde vão passar por análises técnicas que devem auxiliar na identificação das possíveis causas dos sintomas apresentados pelos alunos.

Os familiares relataram que as vítimas foram levadas para o Hospital Estadual de Formosa, entre a última quinta (28) e o domingo (31). O cardápio foi arroz, feijão de caldo, escondidinho de carne moída, salda de repolho com tomate e laranja.

A diretoria da escola procurou a Vigilância Sanitária Municipal para relatar os sintomas apresentados pelos alunos. Por precaução, as aulas foram suspensas e uma equipe formada por três fiscais sanitários, incluindo o próprio coordenador, e uma nutricionista realizou uma vistoria no colégio.

O fiscal sanitário de carreira e atual coordenador da Vigilância Sanitária Municipal, Eric Tostes, apontou que foram inspecionadas a cozinha, a despensa, os procedimentos de preparo dos alimentos, as condições de armazenamento dos materiais, a higienização dos utensílios e os bebedouros da escola, mas não foram encontradas irregularidades,

A carne moída foi analisada e não possuía características que indicassem algum problema sanitário. Por estar descongelado e como não seria utilizado, o alimento foi descartado.

A Vigilância Sanitária anunciou uma força-tarefa nos estabelecimentos comerciais localizados próximos ao colégio, para apontar se houve alguma falha sanitária ou comercialização de alimentos que possam estar ligados aos casos.

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