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Publicado em 12/08/2024, às 11h53 Pedro Moraes
O Mapa da Fome pode ter um país a menos no curto prazo. Após retornar à lista compilada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o Brasil contou com resposta imediata com assistência social e programas de geração de renda sustentável.
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Segundo o representante da FAO no país, Jorge Meza, o cenário é contrário ao desenvolvido durante a pandemia.
“Para que um país saia da fome tem que ter uma subalimentação, ou seja um nível de fome, igual ou inferior a 2,5%. O Brasil, no período 2021-2023, apresenta um valor de 3,9% de média móvel. Nós trabalhamos com média móvel de três anos. Com 3,9% estamos muito próximos de 2,5%, o valor para que o país saia do mapa da fome”, comentou, em entrevista à ONU News.
O representante ainda indicou a capacidade de atender a situações de vulnerabilidade e a criação de novos programas para gerar renda entre os principais fatores nesse combate. As informações foram divulgadas pelo portal Metrópoles.
“O Brasil já esteve fora do mapa da fome em 2014 e permaneceu fora dele até 2021. Efetivamente, nós vemos o contexto de uma pandemia global e como afeta a situação da fome num país. E voltou a entrar no Mapa da Fome em 2021. Agora, o governo está nesse grande esforço para tirá-lo novamente. Com os indicadores que temos, muito provavelmente até 2030 tenhamos bons resultados no país”, acrescentou.
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