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VÍDEO: Mulher geme de dor no Hospital Geral de Camaçari e acompanhante aponta descaso; unidade de saúde nega demora no atendimento

Reprodução / Redes Sociais
A acompanhante da paciente cobra atendimento e afirma ter tido conhecimento da falta de médicos na unidade de saúde  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Mariana Cedrim

por Mariana Cedrim

Publicado em 13/09/2025, às 11h56 - Atualizado às 17h14



O atendimento médico no Hospital Geral de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), virou alvo de críticas nas redes socais nesta sexta-feira (12). Os comentários negativos foram motivados por um vídeo compartilhado em uma página do Instagram em que mostra uma paciente gemendo de dor na cadeira de rodas enquanto aguarda para ser atendida. 

Na gravação, a acompanhante da mulher cobra por uma providência pela equipe médica da unidade.

"Minha paciência já acabou. Cadê o prefeito dessa cidade. Aqui não é um traficante, é uma mãe de família", esbraveja a moça.

O vídeo ainda mostra a denunciante sendo abordada por um policial militar, que tenta acalmá-la, quando ela reforça a denúncia ao dizer ter tido conhecimento da falta de médicos no hospital. 

Uma terceira pessoa também reclama da situação. "Olha o descaso desse hospital. O paciente morrendo e o médico aí dentro sem fazer nada, sem atender ninguém. Eles dizem que não tem leito aí dentro, mas tem sim que eu já vi".

Os internautas lamentaram a situação e atacaram a gestão municipal. "Não tenho nem palavras pra isso. É revoltante", apontou um seguidor. "Mas o Camaforró ano que vem é certo. É festa que o povo gosta. Ele vai lá e monta aquela estrutura e a saúde desse jeito aí", criticou outra.

O que diz o Hospital Geral de Camaçari?

Em contato com a reportagem do BNews, através da assessoria de imprensa, o Hospital Geral de Camaçari (HGC) negou demora no atendimento e destacou que a assistência à paciente foi dada dentro da normalidade da unidade. "O Hospital Geral de Camaçari (HGC) esclarece que não procede a informação de demora no atendimento prestado à paciente citada".

"A paciente fez a ficha de admissão às 16h56 e às 18h25, já tinha sido feita a classificação, triagem, atendimento pela equipe médica, administração medicamentosa e já estava em leito de observação. Os registros demonstram que o atendimento ocorreu dentro do fluxo assistencial previsto, garantindo cuidado imediato e seguro. Todo o atendimento seguiu os protocolos previstos no Protocolo de Manchester". 

O hospital reforça que "assim que tomaram conhecimento da situação, as Diretorias Geral e Médica do HGC acompanharam de perto todo o caso, reforçando o compromisso da unidade em assegurar agilidade, excelência e humanização no atendimento a todos os pacientes". 

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