Meio Ambiente
Publicado em 30/04/2025, às 07h40 - Atualizado às 08h42 Publicado por Vagner Ferreira
A 30ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) será realizada em novembro deste ano, na cidade de Belém, no Pará. No entanto, as movimentações em torno do evento já estão em curso há algum tempo.
A economia da capital paraense tem apresentado um crescimento médio de 2,7% nos últimos 20 anos, acima da média nacional, que é de 1,8%, segundo projeções do Produto Interno Bruto (PIB) do Banco Central.
De acordo com informações do jornal O Globo, um dos principais fatores que impulsionam esse avanço é a expansão da produção de commodities, que somou US$ 23 bilhões em exportações em 2024. O Pará também se destaca como o maior produtor de minérios do país e responde por 25% da produção nacional de pecuária bovina.
Apesar dos números expressivos, os indicadores sociais ainda não refletem os ganhos econômicos. A educação básica está entre as piores do Brasil. A taxa de informalidade no mercado de trabalho chegou a 59% entre 2021 e 2024, enquanto a média nacional é de 39,3%.
A taxa de desemprego no estado também é alta: 7,5% em 2024, contra 6,8% na média nacional. Ainda segundo a PNAD/IBGE, 1,36 milhão de famílias paraenses dependem do programa Bolsa Família. A renda média per capita permanece muito baixa.
Nos indicadores de saúde, qualidade de vida e segurança, o Pará ocupa posições desfavoráveis em comparação com outros estados. Cerca de 40% dos domicílios não contam com saneamento básico, e a taxa de homicídios é de 30,1 por 100 mil habitantes. Além disso, o estado concentra a maior área desmatada da Amazônia Legal desde 2006.
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