Meio Ambiente
A preocupação socioambiental têm sido cada vez mais frequente na sociedade, sobretudo em decorrência das graves consequências das mudanças climáticas na atualidade. Essas implicações atingem cada vez mais crianças e adolescentes, sobretudo as mais pobres, pretas, quilombolas, indígenas, de comunidades e povos tradicionais e periféricas.
Diante deste fato, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) tem trabalhado cada vez mais para minimizar esses impactos. Em entrevista ao BNews Junho Verde, Danilo Moura, oficial de Clima, Meio Ambiente e Redução de Riscos de Desastres no UNICEF, agência da ONU que se dedica a defender e proteger os direitos de crianças e adolescentes, ajudando a atender suas necessidades básicas e a criar oportunidades para que alcancem seu pleno potencial, falou sobre as estratégias adotadas.
"As gerações atuais já estão expostas a um clima muito diferente do clima que existia há algumas décadas. A gente do Unicef fez um estudo, por exemplo, que quem é criança hoje lida com mais do que o dobro de dias extremamente quentes do que quem era criança no Brasil nos anos 70. Se você olhar, pelos dias de calor extremos, que são dias em que a temperatura ultrapassa os 35 graus, no Brasil, na média, eram cinco dias por ano nos anos 70. Em 2023, já eram quase 27 dias por ano. Isso é um aumento expressivo da frequência do calor", explicou Danilo Moura.
Confira abaixo a entrevista na íntegra:
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