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Estratégia: Após ataque contra Venezuela, aeronaves americanas têm espaço aéreo limitado para sobrevoos

Montagem/Exame
Restrição emergencial de aeronaves americanas se aplica a uma região considerada como estratégica  |   Bnews - Divulgação Montagem/Exame
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 03/01/2026, às 17h12 - Atualizado às 17h48



Após o ataque do governo Trump contra o presidente da Venezuela Nicolás Maduro, a Administração Federal de Aviação (FAA) proibiu aeronaves civis dos EUA de operar no espaço aéreo estratégico por causa de um motivo específico.

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A FAA relatou que a medida foi tomada por conta de riscospara a segurança relacionados às atividades militares em andamento. De acordo com a CNN Brasil, a restrição emergencial se aplica a todas as altitudes dentro da Região de Informação de Voo de San Juan, uma grande área do espaço aéreo do Caribe.

A região tem companhias aéreas dos EUA, operadores comerciais e pilotos certificados pela FAA. As aeronaves militares e estatais do país norte-americano estão isentas e os voos só podem operar com autorização específica do governo dos EUA ou da FAA.

A medida começou a valer na madrugada deste sábado (3), no mesmo dia em que os Estados Unidos anunciaram a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro. Segundo o aviso aos aviadores emitido pela FAA, a norma deve permanecer em vigor até a meia-noite de domingo (4), no horário da costa leste dos EUA.

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