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O ativista brasileiro Thiago Ávila, de 38 anos, foi deportado e desembarcou em São Paulo na manhã desta sexta-feira (13) após ficar detido em Israel, ao tentar levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza.
Ao saber que três dos seus amigos continuam presos, o ativista decidiu revelar as marcas das lesões e torturas que afirma ter sofrido no período em que ficou preso no país.
“Três pessoas ainda estão sob custódia de uma entidade que viola todos os direitos internacionais. Então é muito grave, nós precisamos cobrar a liberdade imediata de Marco, de Yanis e de Pascal. São pessoas do coração muito bom, que ‘tavam’ indo levar alimentos, medicamentos para crianças que estão sendo mortas de fome em Gaza e que precisam da nossa solidariedade nesse momento”.
Thiago contou que ao chegar no isolamento solitário, o primeiro grupo de soldados mais violentos jogou ele na parede e falou: "Bem-vindo a Israel, Thiago". E eles repetiam isso nos momentos de violência também.
O ativista estava sob custódia de Israel desde a madrugada da última segunda-feira (9), quando o veleiro foi interceptado pela Marinha israelense no mar Mediterrâneo. Ele estava com outros onze ativistas.
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