Mundo
por Natane Ramos
Publicado em 23/06/2025, às 20h32
O desaparecimento da jovem Juliana Marins, de 26 anos, chamou a atenção do mundo, após a jovem ficar presa em um vulcão da Indonésia durante uma trilha. O guia responsável pela excursão, Ali Musthofa, declarou que não abandonou a brasileira.
Em entrevista ao portal O Globo, Ali Musthofa comentou que aconselhou a brasileira a descer enquanto outras pessoas continuavam com a trilha. No entanto, ele afirmou que voltaria para buscar Juliana após ficar três minutos à frente da dançarina.
"Na verdade, eu não a deixei, mas esperei três minutos na frente dela. Depois de uns 15 ou 30 minutos, a Juliana não apareceu. Procurei por ela no último local de descanso, mas não a encontrei", relatou.
O guia deu detalhes sobre o momento. "Eu disse que a esperaria à frente. Eu disse para ela descansar. Percebi [que ela havia caído] quando vi a luz de uma lanterna em um barranco a uns 150 metros de profundidade e ouvi a voz da Juliana pedindo socorro. Eu disse que iria ajudá-la. Tentei desesperadamente dizer a Juliana para esperar por ajuda", explicou.
Musthofa declarou que ligou para o resgate assim que percebeu que não conseguiria encontrar Juliana. "Liguei para a organização onde trabalho, pois não era possível ajudar a uma profundidade de cerca de 150 metros sem equipamentos de segurança", relatou.
"Eles deram informações sobre a queda de Juliana para a equipe de resgate e, após a equipe ter conhecimento das informações, correu para ajudar e preparar o equipamento necessário para o resgate", finalizou.
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