BNews Nordeste
por Gabriel Santana
Publicado em 07/05/2026, às 14h30
A empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, apontada como suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida, de 19 anos, foi presa preventivamente em Teresina, capital do Piauí (PI), nesta quinta-feira (7).
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Carolina teria violentado a doméstica em processo de gestação há cinco meses, em Paço do Lumiar, na Grande São Luís. De acordo com a Veja, ela confessou o crime por meio de mensagens de áudio que foram enviadas para terceiros. A suspeita disse que a vítima “não devia ter saído viva” das violências sofridas.
A empresária agrediu a funcionária após suspeitar que a funcionária tivesse furtado uma joia, que foi encontrada dentro de um cesto de roupas sujas. A advogada de Carolina, Nathaly Moraes, aponta que a investigada não tem quem deixar o seu filho.
A Carol tem um filho de 6 anos e não tem familiares em São Luís. Não havia com quem pudesse deixar a criança”.
No último dia 17 de abril, a doméstica foi contratada para fazer um trabalho temporário, de apenas um mês, na casa da empresária. Carolina então acusou a trabalhadora de furtar uma joia, que só foi encontrada em um cesto de roupa suja da própria empresária, durante o espancamento.
Mesmo sabendo que a joia tinha sido encontrada, a empresária seguiu agredindo a doméstica grávida e até chamou um amigo para atuar no espancamento com socos e chutes.
A vítima ficou com marcas espalhadas por todo o corpo, inclusive com uma coronhada causada por uma pancada com uma arma de fogo na testa. A trabalhadora contou em seu depoimento que durante a violência, pensou em apenas proteger a barriga e que Carolina tinha realizado ameaças para que ela não denunciasse o caso.
A empresária confessou toda a agressão contra a empregada por meio de mensagens que enviou a um grupo de amigos. Carolina não demonstrou nenhum tipo de arrependimento, apontou que ficou com a mão inchada de tanto agredir a trabalhadora. Nos áudios de Whatsapp, a suspeita afirmou que pisou nos dedos e deu chutes na vítima.
Carolina responde a vários outros processos judiciais no Maranhão. Ela foi condenada a pagar R$ 4 mil em danos morais a outra ex-funcionária, mas a empresária não pagou a quantia que devia.
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