Polícia

Após localização de membro do PCC, delegado de Feira detalha operação: “Não deixar que migrem para cá"

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“A gente sempre diz que a Bahia está sendo extremamente monitorada nisso, fazendo um trabalho integrado de inteligência", destacou o delegado  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ vídeo

Publicado em 04/06/2024, às 21h20 - Atualizado às 21h37   Marcos Valentim/ BNews



Após operação que culminou na morte do traficante paulista Jefferson Veríssimo da Silva, mais conhecido pelo apelido de "Arrepiado", o delegado Yves Correia, Coordenador da 1ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Feira), detalhou a ação para o BNews.

“A gente sempre diz que a Bahia está sendo extremamente monitorada nisso, fazendo um trabalho integrado de inteligência, para justamente não deixar esses indivíduos migrem para cá e, de algum modo, tentem expandir essas ações aqui, na nossa região”, explicou o delegado.

Esse trabalho integrado, mencionado pelo coordenador, é exatamente essa junção entre as polícias civil, militar, federal, rodoviária federal e sistema penitenciário que tem gerado diversos resultados em todo o país, incluindo, naturalmente, Salvador.

O Arrepiado

Jefferson da Silva era Integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e teria participado da morte do policial militar da Rota Jefferson Ferreira, em junho de 2020, na Zona Leste da capital de São Paulo.

Ele estava vivendo há cerca de um mês em um hotel de luxo em Feira de Santana, se apresentando como José Laércio da Silva Júnior, natural da cidade de Jussari, no sul da Bahia.

Ao tentar cumprir um mandado de prisão, o traficante teria reagido a ação policial e, no contragolpe, acabou sendo atingido e morto. Com ele foi apreendida uma pistola 380 e quatro celulares, que foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica para ser periciado.

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