Polícia
por Gabriel Santana
Publicado em 16/04/2026, às 16h08
A advogada argentina Agostina Páez, presa acusada de injúria racial contra um garçom de bar, no Rio de Janeiro (RJ), no último janeiro, foi denunciada pelo seu ex-namorado e dentista de 32 anos, Javier Zanoni, no país vizinho.
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O ex-namorado de Páez entrou na Justiça alegando que a mulher não devolveu um carro Citroën Cactus após o final do relacionamento. De acordo com o jornal O Globo, a acusação apresentou que o veículo está registrado no nome dele e que teria sido retido pela ex-companheira. A relação entre eles durou cerca de três anos.
A denúncia foi formalizada na cidade de La Banda, na província de Santiago Del Estero, no país latino. Zanoni decidiu recorrer na Justiça contra a mulher sobre o automóvel depois de não conseguir resolver a situação anteriormente.
A defesa de Páez nega que existem irregularidades e aponta que o carro teria sido um presente da família da advogada. Segundo a defesa, a ação movida por Zanoni teria cunho pessoal, relacionado ao fim do relacionamento com a mulher.
No último dia 14 de janeiro, Agostina teria chamado um empregado de um bar em Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ) como negro de forma pejorativa e, ao deixar o local, usou a palavra “mono” (macaco, em espanhol), além de ter feito gestos do animal que foram flagrados em vídeo.
A mulher além de ter feito os gestos, ainda voltou a ofender usando expressões como “negros de merda” e “monos” para outros dois funcionários do mesmo estabelecimento, configurando três crimes. Ela foi presa no último dia 6 de fevereiro, mas foi solta na mesma noite após decisão da 37ª Vara Criminal e pagar a fiança.
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