Polícia

Caso Henay: quem era a mulher morta pelo namorado que simulou acidente

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A mulher, de 31 anos, foi morta pelo namorado, que confessou ter simulado um acidente na última segunda-feira (15)  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 18/12/2025, às 18h03



Henay Rosa Gonçalves Amorim, de 31 anos de idade, foi morta pelo empresário Alison de Araújo Mesquita, de 43 anos, que confessou ter simulado um acidente em Itaúna, na região centro-oeste de Minas Gerais (MG), na última segunda-feira (15).

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A mulher era personal shopper, ela oferecia consultoria e assistência em compras, especialmente de roupas, para clientes que procuravam orientação profissional. De acordo com o Uol, a vítima fatal também tinha uma loja online de roupas e calçados.

Nascida em Divinópolis, na região metropolitana da capital Belo Horizonte (MG), Henay tinha um filho pequeno, sem idade revelada e demonstrava carinho por animais como gatos e cachorros. Amigos próximos afirmaram que ela era uma ótima pessoa e feliz. Nas redes sociais, hoje desativadas, ela exibia as atividades que fazia.

Relembre o caso

Na manhã da última segunda-feira (15), por volta das 05:56 horas, câmeras de pedágio registraram Henay desacordada no banco do passageiro ao lado de Alison. No momento do pagamento do pedágio, o homem entregou o dinheiro para a atendente e conduziu o carro usando os pés, esticando o corpo para alcançar o volante.

Pouco após o pagamento, o carro invadiu a contramão em uma curva e colidiu com um micro-ônibus. Alison teve ferimentos leves. A gravação e uma nova perícia foram determinantes para o caso ser reclassificado.

Em nota, a defesa de Alison negou as acusações sobre a hipótese de feminicídio.

“Desde já, é possível afirmar que os fatos ventilados não encontram respaldo na realidade. Todos os esclarecimentos e teses defensivas em favor de Alison serão oportunamente apresentados, no momento processual adequado”.

A Polícia Civil aguarda o resultado do laudo de necropsia e a conclusão da investigação inicial para avançar no caso. Os celulares da vítima e do suspeito foram apreendidos para realizar a análise.

Classificação Indicativa: Livre

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