Polícia

O que se sabe sobre a 'Ruiva do Job', jovem investigada prostituição na internet, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro

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'Ruiva do Job' foi presa durante a Operação Eiron, deflagrada pela Polícia Civil  |   Bnews - Divulgação Imagem cedida ao site Metrópoles
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 11/05/2026, às 07h53 - Atualizado às 08h04



Ela tem apenas 25 anos, porém, seu grau de periculosidade é tão elevado que a suspeita é considerada como peça fundamental para o funcionamento da logística de um grupo criminoso investigado por usar falsas ações sociais para traficar e lavar dinheiro.

Essa ‘peça-chave’ trata-se de Kethlen Eduarda Hermisofe de Souza, conhecida como a ‘Ruiva do Job’,  presa no dia 6 deste mês, durante a Operação Eiron, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), em Samambaia do Norte. 

Conforme informações apuradas pelo Metrópoles, as equipes policiais chegaram até Kethlen, após a suspeita usar as redes sociais para expor maços de dinheiro, armamentos e sua atuação com atividades sexuais. Era por meio da internet, que a  ‘Ruiva do Job’, divulgava programas sexuais, deixando evidente que, além do envolvimento com o  tráfico de drogas a associação para o crime, divulgava programas sexuais.

Ainda segundo o Metrópoles, 'Ruiva do Job' possuía perfis em plataformas de conteúdo adulto, que eram usados para comercializar vídeos eróticos, entretanto, sem ligação com prostituição ou tráfico. As publicações escancaradas levaram a Polícia Civil a monitorá-la e, após cerca de sete meses de investigações, Kethlen e outros 13 integrantes do bando caíram no cerco da Operação Eiron. 

Comércios como fachada para o tráfico de drogas
Esse mesmo grupo usava uma padaria - pertencente aos próprios integrantes do bando - para comercializar drogas. E, além de usar as dependências do estabelevimento para armazenar os entorpecentes, os criminosos utilizavam a mesma balança para pesar pães e drogas. 
A atuação do grupo vai além: de maneira pensada, os membros do bando usavam falsas ações sociais para cooptar a comunidade e, consequentemente, conseguir expandir o território. " A organização chegou a financiar e organizar festas comunitárias em datas comemorativas, como o Dia das Mães e o Dia das Crianças, utilizando exclusivamente recursos oriundos do narcotráfico. Dessa forma, buscavam assumir o papel de falsos provedores e mascarar a violência imposta à vizinhança", revelou a Polícia Civil do DF.
"Além dessa tentativa de aproximação social, a investigação revelou a estratégia financeira adotada pelo grupo, que consistia na aquisição e gestão de estabelecimentos aparentemente lícitos — como distribuidoras de bebidas, quiosques e padarias — utilizados para camuflar o armazenamento e a comercialização de drogas". 

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