Polícia
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 28/03/2026, às 15h40 - Atualizado às 16h02
A Polícia Civil de Santa Catarina abriu inquérito para apurar denúncias de atos obscenos e crimes ambientais na Praia da Galheta, uma das áreas mais conhecidas de naturismo no Sul do país.
Segundo a investigação, trilhas da região estariam sendo usadas por homens para a prática de sexo coletivo, além de sofrer intervenções irregulares na vegetação nativa. Há indícios de abertura de buracos e alterações no ambiente para viabilizar encontros no meio da mata.
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Relatos que circularam nas redes sociais, incluindo publicações do ex-deputado Bruno Souza, apontam ainda a presença de lixo nas trilhas, como preservativos descartados em áreas frequentadas por banhistas e até crianças.
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A polícia destaca que existe autorização judicial para o naturismo no local, concedida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Mas reforçam nudez não é sinônimo de atividade sexual em espaço público.
Pela legislação brasileira, atos desse tipo podem configurar crime. O artigo 233 do Código Penal prevê detenção de três meses a um ano para quem pratica ato obsceno em local público ou exposto ao público.
Além da questão criminal, o impacto ambiental também entrou no radar. A suspeita é de que áreas da trilha estejam sendo modificadas para servir de ponto de encontro, o que agrava a situação e amplia o alcance da investigação.
O caso agora está em apuração, com foco tanto na identificação dos envolvidos quanto na extensão dos danos causados à área ambiental.
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