Polícia

Pedido de prisão dos sócios da academia onde aluna morreu é negado pela Justiça

Reprodução/ Google Maps e Reprodução/TV Globo
Os três sócios da academia foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de causar uma morte  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Google Maps e Reprodução/TV Globo
Gabriel Santana

por Gabriel Santana

Publicado em 13/02/2026, às 18h57



A Justiça de São Paulo negou, nesta sexta-feira (13), o pedido de prisão temporária dos três donos da academia C4 Gym, onde Juliana Faustino Bassetto morreu após nadar na piscina.

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A juíza Paula Marie Konno entendeu que não existem motivos suficientes para a prisão de Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração, os três sócios do estabelecimento. De acordo com o Uol, a decisão publicada afirmou que as motivações apontadas pela polícia não justificam a prisão dos sócios.

Os investigados prestaram depoimento e foram ouvidos. Apesar dos envolvidos terem a sua prisão temporária negada, a juíza estabeleceu medidas cautelares que devem ser cumpridas pelos empresários, como comparecer mensalmente ao juízo para informar e justificar as atividades, endereço atualizado e proibição de se aproximar a 200 metros dos endereços.

Os investigados estão proibidos de manter contato direto de forma virtual ou presencial com qualquer testemunha relacionada ao caso e proibição de se ausentar da Comarca por mais de sete dias sem autorização do juízo.

Qualquer descumprimento das condições pelos sócios da academia pode ter a prisão decretada. Todos os três sócios foram indiciados por homicídio com dolo eventual, ou seja, não deseja matar mas assume o risco por conta da conduta.

Após a decisão judicial, a defesa dos empresários se mostrou satisfeita com o parecer  e afirmou que os envolvidos seguem à disposição das autoridades.

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