Polícia
por Antonio Dilson Neto
Publicado em 26/06/2026, às 17h32
A Receita Federal concluiu, nesta sexta-feira (26), a fiscalização dos demais contêineres pertencentes à mesma empresa exportadora envolvida na apreensão de 206 quilos de cocaína no Porto de Salvador. Nenhuma nova quantidade de droga foi encontrada durante a continuidade da operação.
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Após a apreensão, a Receita Federal ampliou a fiscalização para os outros contêineres da mesma empresa. Na quinta-feira, dois deles já haviam sido inspecionados. Nesta sexta, os quatro contêineres restantes, carregados com milho, também passaram por vistoria, sem que fossem encontradas substâncias ilícitas.
Com isso, o volume total apreendido permanece em 206 quilos de cocaína.
Segundo a Receita Federal, a tentativa de ocultar drogas em cargas destinadas à exportação é uma prática monitorada constantemente pelos órgãos de controle. A estratégia consiste em esconder o entorpecente entre produtos lícitos para dificultar a identificação durante o transporte internacional.
A apreensão foi resultado de um trabalho de inteligência aduaneira, baseado em técnicas de análise e gerenciamento de risco.
Toda a droga foi encaminhada à Polícia Federal, responsável pela perícia, custódia do material e condução das investigações para identificar os responsáveis pelo envio da carga.
Esta foi a primeira apreensão de cocaína registrada no Porto de Salvador em 2026. No ano passado, a Receita Federal apreendeu 63 quilos da droga escondidos em uma carga de limões e outros 560,5 quilos em um carregamento de minério de ferro-cromo.
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