Polícia

Sobrinho da advogada assassinada na Bahia é preso; polícia investiga possível ligação com o crime

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Homem é suspeito de integrar um esquema de fraudes na negociação de veículos  |   Bnews - Divulgação Reprodução | Redes Sociais
Cibele Gentil

por Cibele Gentil

Publicado em 08/08/2026, às 14h08



O sobrinho da advogada Cláudia Félix, morta a tiros no sul da Bahia, foi preso nesta sexta-feira (7) em Parauapebas, no Pará. Ele é suspeito de integrar um esquema de fraudes na negociação de veículos que teria feito vítimas nas regiões das cidades de Itabuna e Itapetinga. O homem, de 25 anos, não teve o nome revelado.

Ligação entre o esquema e a morte da advogada

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De acordo com a Polícia Civil, as investigações sobre o golpe também têm ligação com o assassinato da advogada. Cláudia Félix foi morta no último dia 25 de julho dentro da própria residência, no município de Itororó. Outras duas pessoas, um policial militar e um monitor de ressocialização, já haviam sido presos por suspeita de participação no crime.

Cumprimento de mandatos e bloqueio de ativos

Durante as diligências, os agentes apreenderam aparelhos celulares e documentos na casa do sobrinho de Cláudia. Outros três mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços localizados em Itabuna. Nos locais, três veículos foram adicionados ao conjunto de apreensões.  

Ao todo, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva e nove mandados de busca e apreensão. Cinco dessas ordens ainda aguardam cumprimento. Também foi autorizada a apreensão de veículos que seriam alvo das negociações fraudulentas investigadas.

A Justiça determinou, ainda, o bloqueio de ativos financeiros vinculados ao suspeito. A medida tem como objetivo preservar bens relacionados aos fatos apurados e garantir a efetividade das investigações e de eventual responsabilização criminal.

Sobre o caso

Segundo a Polícia Civil da Bahia, o assassinato da advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, foi motivado por uma vingança relacionada a um golpe milionário atribuído ao sobrinho. Cláudia, que era prima da apresentadora Mara Maravilha, teria sido executada por credores de um prejuízo milionário causado pelo jovem na região. Como ele não foi localizado, os credores decidiram executar a familiar.

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