Política
Publicado em 16/07/2024, às 09h58 Rebeca Silva
A advogada Juliana Bierrenbach, que defendia Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a suspeita de rachadinha enquanto era deputado no RJ, diz não saber o motivo de o ex-presidente Jair Bolsonaro ter participado de reunião para tratar do caso. Juliana Bierrenbach deixou o caso em abril de 2022.
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Na última segunda-feira (15), o ministro Alexandre de Moraes retirou o sigilo de gravação em que Bolsonaro planejou medidas com Alexandre Ramagem, então chefe da Abin, para proteger Eduardo Bolsonaro da rachadinha.
Ao portal G1, a advogada alega que viajou a Brasília para protocolar petições sobre o caso e que todas foram negadas. "Fui a Brasília protocolar formalmente uma petição no GSI sobre suspeitas de irregularidades na Receita Federal", declarou.
"Eu fiz uma pesquisa e descobri, baseada até em informações públicas do SindiFisco, a prática recorrente de ilegalidades por auditores fiscais, que elegem inimigos ou desafetos para investigar, perseguir. Eu desconfiei, pela similaridade do caso que eu atuava, que o Flávio Bolsonaro havia sido vítima deste método ilegal. Imaginei que isso era uma prática recorrente na Receita e deveria ser apurada", ressaltou ela.
Em nota, Flávio Bolsonaro alegou que o áudio mostra que "apenas minhas advogadas comunicando as suspeitas de que um grupo agia com interesses políticos dentro da Receita Federal e com objetivo de prejudicar a mim e a minha família".
"O próprio presidente Bolsonaro fala na gravação que não “tem jeitinho” e diz que tudo deve ser apurado dentro da lei. E assim foi feito", disse o senador.
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