Política

Após destituição de advogados por Alexandre de Moraes, ex-assessores de Bolsonaro entregam defesas ao STF

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Ministro Alexandre de Moraes classificou comportamento das defesas como 'má-fé'  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 11/10/2025, às 21h12



Após a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de destituir os advogados de Filipe Martins e Marcelo Câmara, ex-assessores do ex-presidente Jair Bolsonaro e réus do núcleo 2 da trama golpista, apresentaram neste sábado (11) as alegações finais na ação penal que respondem.

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A decisão de Moraes ocorreu após as defesas deixarem de apresentar as alegações dentro do prazo legal, comportamento que o ministro do STF classificou como "absolutamente inusitado", além de ter apontado uma tentativa de procrastinação do processo, sem justificativa plausível.

Segundo Moraes, houve "má-fé" dos advogados e, por isso, determinou que as defesas fossem substituídas pela Defensoria Pública da União.

As alegações finais são a última manifestação da defesa antes do julgamento. Após essa fase, Moraes deve liberar a ação para julgamento e pedir que seja marcada uma data.

As alegações finais de Câmara têm 47 páginas e nelas a defesa aponta que não teria sido comprovado o envolvimento dele em crimes e pede a absolvição. As de Martins possuem  381 páginas e a defesa alega que os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e que o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, devem ser impedidos de participarem do julgamento, que o proesso seja anulado e vá para  a primeira instância e que ele seja absolvido. .

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