Política

Após Lula defender o direito ao aborto como questão de saúde pública, ministro reage; confira

Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Queiroga deu declaração durante visita às obras da Unidade de Radioterapia da Santa Casa de Caridade de Bagé, no Rio Grande do Sul

Publicado em 08/04/2022, às 17h09    Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil    Redação BNews

Um dia depois do ex-presidente Lula (PT) defender o direito ao aborto como questão de saúde pública, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, reagiu à decalaração do petista afirmando que o "governo Bolsonaro é contra" o procedimento.

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"Esta semana um assunto veio à tona. Para deixar bem clara a posição do nosso governo: o governo do presidente Jair Bolsonaro é contra o aborto. Respeitamos as exceções da lei, mas estamos a favor da vida desde a sua concepção. É um governo que acredita em Deus, que defende as mulheres, que defende a família”, disse o ministro nesta sexta-feira (8), durante visita às obras da Unidade de Radioterapia da Santa Casa de Caridade de Bagé, no Rio Grande do Sul.

Nesta semana, Lula fez discursos e citou o tema, no qual disse que é pessoalmente contra o procedimento, mas reconhece que a questão deveria ser tratada como assunto de saúde pública, e não como crime.

"Aqui no Brasil não faz (aborto) porque é proibido, quando na verdade deveria ser transformado numa questão de saúde pública, e todo mundo ter direito e não ter vergonha. Eu não quero ter um filho, eu vou cuidar de não ter meu filho, vou discurtir com meu parceiro. O que não dá é a lei exigir que ela precisa cuidar", declarou o ex-presidente.

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