Política
por Natane Ramos
Publicado em 09/12/2025, às 22h00
Após o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) ocupar a cadeira de Hugo Motta, associações ligadas à imprensa revelaram o impedimento de jornalistas para realizarem a cobertura, apontando o ocorrido como uma tentativa de censura e afirmando que essas atitudes "são incompatíveis com o exercício da liberdade de imprensa".
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Uma nota assinada pelas associações Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), Nacional de Editores de Revistas (ANER) e Nacional de Jornais (ANJ) discorreram sobre o caso. "A ANJ, ABERT e ANER esperam a apuração de responsabilidades para que tais práticas de intimidação não se repitam e que sejam preservados os princípios da Constituição Brasileira, que veda explicitamente a censura", relataram ao jornal O Globo.
A confusão no plenário ocorreu após Glauber ocupar a cadeira de Hugo Motta (Republicanos-PB) e afirmar que não deixaria o local. Com a atitude, policiais resolveram expulsar os profissionais da comunicação que estavam cobrindo o caso, para impedir a repercussão de cenas do parlamentar sendo retirado da cadeira.
O sinal da TV Câmara foi cortado e a programação foi interrompida assim que os policiais se dirigiram para retirar Glauber Braga da cadeira, empurrando os jornalistas para o Salão Verde, afirmando que a ação foi necessária para abrir espaço para encaminhar o parlamentar pelo corredor.
No entanto, durante a ação policial, jornalistas foram agredidos no local – ainda segundo informações do portal O Globo – enquanto Glauber e outro parlamentares, entre eles Lindbergh Farias (RJ) e os deputados Orlando Silva (PCdoB-SP), Jack Rocha (PT-ES) e Sâmia Bonfim (PSOL-SP), deixavam a Câmara.
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