Política
O deputado federal Capitão Alden e o deputado estadual Diego Castro, ambos do PL da Bahia, reagiram à decretação de "trânsito em julgado" para a ação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de estado e consideraram que o país para por um momento perigoso e politicamente sombrio. "Com o trânsito em julgado da condenação do Presidente Bolsonaro, estamos presenciando não é apenas o desfecho de um processo judicial: é a síntese de um momento político sombrio. A crítica técnica a esse julgamento é clara: fere de morte o Estado de Direito quando se desconsidera completamente Direitos e garantias Fundamentais", declarou Castro.
"É completamente o impossível ignorar que este processo jamais teve natureza jurídica genuína — ele é, do início ao fim, um instrumento político travestido de legalidade. O Presidente Bolsonaro vem sendo submetido a uma perseguição desumana, sem que ao longo de toda a instrução processual tenha surgido qualquer prova concreta, qualquer elemento minimamente capaz de sustentar uma condenação. Não se trata de Justiça, mas de um julgamento simbólico, destinado a eliminar um adversário político incômodo, sob pena de destruir a própria democracia", considerou o deputado estadual.
O deputado federal Capitão Alden disse a decisão do STF que anunciou o encerramento do processo contra Jair Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Anderson Torres e o almirante Almir Garnier não surpreende. "O que impressiona não é o desfecho, é a velocidade seletiva e o timing sempre conveniente. Enquanto outros casos envolvendo autoridades poderosas, grandes empreiteiros, partidos influentes e escândalos bilionários se arrastam por anos, este processo correu com uma agilidade que só existe quando o alvo tem nome, eleitorado e peso político que incomodam o sistema", comparou Alden.
Alden continuou: "O recado é claro: não se trata apenas de punir indivíduos, trata-se de neutralizar símbolos. Quando um processo inteiro nasce, cresce e termina dentro da mesma estrutura, sem revisão, sem duplo grau, sob controle de um único polo de poder, o resultado deixa de ser uma sentença e passa a ser um instrumento político. O Brasil está assistindo a algo que vai muito além de um caso criminal: está assistindo à consolidação de um modelo onde divergência vira risco, oposição vira ameaça e adversário vira réu permanente".
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