Política
Publicado em 27/05/2025, às 12h05 Daniel Serrano e Yuri Pastori
O prefeito de Salvador Bruno Reis (União Brasil) criticou o anúncio da pré-candidatura ao Senado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa, e senador Jaques Wagner, na última segunda-feira (26), na rádio Metrópole. O gestor municipal detonou o modus operandi de fazer política dos adversários.
"Primeiro, a gente ouve os nossos adversários falarem que são democratas, que respeitam os aliados, que tratam os aliados com diálogo, dando espaço, prestígio. Só que, na prática, o que a gente vê? O contrário. A gente vê a utilização da máquina pública, dos recursos, do dinheiro para coptar adversários, para coptar prefeitos e à medida que isso ocorre, atraindo neoaliados, descartam os aliados antigos, os aliados históricos", afirmou.
Isso aconteceu com a senadora Lídice da Mata, que foi sepultada, expulsa da chapa de senador e tinha o direito de ser candidata à reeleição. Isso aconteceu com o vice-governador João Leão, que soube pela imprensa que não estaria na chapa majoritária de 2022. E pelo visto agora está acontecendo o mesmo, infelizmente com o senador Ângelo Coronel, que foi tão importante para o projeto que está aí, como presidente da Assembleia liderou a aprovação de matérias importantes para que eles pudessem estar no poder. É assim que eles tratam os aliados deles", continuou as críticas.
Bruno Reis abriu uma possibilidade de diálogo com o senador Angelo Coronel para uma possível aliança. O prefeito de Salvador disse ter convicção que a estratégia dos adversários políticos terá um desfecho diferente em 2026.
E caso o senador Coronel, que ainda não tem conversa nenhuma, que ao invés de estar pensando em 26 como eles que só pensam em política todos os dias, ao invés de estar preocupado em gestão, está vendo aí o governo Lula derreter. O governo Jerônimo até agora não disse para que veio. Governador pessimamente mal avaliado. Eles deviam estar preocupados em resolver o problema da segurança pública. Péssimos índices de educação da área social, da geração de emprego e renda, eles estão. Pô, já com a chapa de 2026. E aí, literalmente dando um chute na bunda do PSD. E caso o senador Angelo Coronel e outros entendam que podem seguir um projeto diferente, nós estamos aqui abertos ao diálogo para construir alianças que possam permitir a gente mudar a Bahia. Quero dizer que essa prática deles é a mesma das eleições anteriores. Então, em 2022, descartaram o PP. Lá em 2018, tiraram Lídice da chapa. Uma hora essa estratégia dá errado. Eu tenho muita convicção dessa mesma estratégia que vem há 20 anos na Bahia, em 2026, o desfecho final será outro", concluiu.
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