Política
Publicado em 11/09/2025, às 06h46 Anna Karinna e Rebeca Santos
O senador Magno Malta (PL-ES) elogiou, em entrevista ao BNews, em Brasília, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), na última quarta-feira (10), após falas do ministro durante seu voto no julgamento da trama golpista. Durante o seu voto, o ministro fez falas em favor da anulação do processo.
Segundo o senador, o voto do ministro foi “um regozijo para todos aqueles que vivem debaixo de uma injustiça”. Ele classificou os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), como porta-vozes do Supremo.
O voto de Fux foi um momento de regozijo, para mim como brasileiro, para todos nós, para todos aqueles que vivem debaixo de uma injustiça. Desde 2005 eu denuncio o ativismo judicial, e ele foi se escalando, chegando ao ponto de virar uma ditadura. A vergonha que é essa Casa, o Senado, que se deixou engolir pelo Supremo Tribunal Federal, e também a Câmara dos Deputados. Os dois presidentes não mandam em absolutamente nada, são porta-vozes daquilo que quer o Supremo Tribunal Federal”, disse.
Para Malta, Fux “foi ao cemitério da Constituição” ao votar pela absolvição do ex-presidente Jair Bolsonaro por todos os crimes.
“Hoje Fux foi ao cemitério. O ministro entrou no cemitério e foi ao túmulo do sepultamento da Constituição. Ele tirou de dentro do túmulo o ordenamento jurídico, o Código de Processo Penal, o Código Civil e a própria Constituição”, concluiu.
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