Política
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) utilizou as redes sociais para fazer duras criticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, por ter bloqueado R$ 119 milhões em bens do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
Em seu perfil X, o ex-parlamentar se referiu ao magistrado como um "comunista autoritário" indicado pelo presidente Lula (PT) para a Corte para "perseguir adversários".
Ainda na publicação, Eduardo nega ter recebido de Valdemar pedidos para a destinação de verbas e diz que "a indicação de emendas parlamentares é uma prática do ofício de todos os deputados e senadores, independentemente de partido ou espectro ideológico".
"Transformar a mera indicação de emendas em algo criminoso é uma interpretação que só encontra respaldo em uma leitura visivelmente enviesada e política do direito, incompatível com a isenção que se espera do Judiciário — mas completamente esperado de um comunista totalitário, que foi colocado na corte para perseguir os adversários políticos do Lula", diz o post.
Na mesma postagem, Eduardo compartilha um vídeo de um discurso de Dino do período em que ele era ministro da Justiça. Na ocasião, Dino disse que a PF estaria "a serviço" da causa defendida por Lula, anunciando o fim das "tentações satânicas de espetacularização, de abusos, de forças-tarefas ilegais" e a polícia iria ter uma atuação "dedicada a servir a população".
Nunca recebi qualquer pedido do Presidente @CostaNetoPL para indicar emendas e, justamente por isso, sinto-me à vontade para esclarecer algo que nem todos conhecem: a indicação de emendas parlamentares é uma prática do ofício de todos os deputados e senadores, independentemente… pic.twitter.com/U5UAti5c2Y
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) July 10, 2026
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