Política
por Thiago Teixeira
Publicado em 15/11/2024, às 09h47 - Atualizado às 09h48
Sala de reuniões ampla, internet de alta velocidade, possibilidade de ser reabastecido em voo, quarto de casal e banheiro com chuveiro. Essas foram as exigências que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) destacou para a aquisição — com urgência — da nova aeronave presidencial que deve custar US$ 250 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão)
O comandante da Aeronáutica, Marcelo Kanitz Damasceno, apresentou ao governo o valor do novo avião nesta semana. As cifras são cerca de três vezes maiores do que o valor empenhado em 2005, durante o governo Lula I, para a aquisição do Airbus A319CJ, apelidado de Aerolula.
Na época foram gastos US$ 56,7 milhões, o equivalente a US$ 91,7 milhões, em valores corrigidos pela inflação — o equivalente a R$ 500 milhões. Embora Lula tenha pedido urgência na compra de uma nova aeronave, a discussão sobre o corte de gastos no governo pode deixar a aquisição para um 2º momento.
Há duas opções na mesa, todas da Airbus — empresa formada com um consórcio de vários países europeus — e com o mesmo preço:
A exigência do Palácio do Planalto é que o avião tenha mais autonomia do que a do atual — que consegue voar 8.500 km e precisa fazer escalas técnicas em viagens para a Europa ou EUA, por exemplo.
A determinação do presidente para a compra se deu depois de o atual avião presidencial apresentar problemas na volta de uma viagem ao México no início de outubro.
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