Política
por Anderson Ramos
Publicado em 09/05/2026, às 19h51
A decisão do ministro, Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria até a conclusão da análise da Corte gerou reações de políticos da oposição e da base governista.
O líder da bancada do PT na Câmara, Pedro Uczai (PT-SC) afirmou que Moraes "cumpriu seu papel". O deputado 1)disse que a suspensão imposta pelo ministro E disse que a suspensão imposta pelo ministro "fortalece o caminho de proteção do Estado Democrático de Direito". "O Congresso pode legislar, mas não pode usar a lei como escudo para quem tentou dar um golpe de Estado", publicou.
O deputado e ex-chefe do Ministério do Desenvolvimento Agrário do governo Lula, Paulo Teixeira (PT-SP), afirmou que a suspensão foi um "acerto". O também deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que a lei é "tentativa de transformar o Congresso em escudo dos golpistas".
Oposição critica
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou a medida de Moraes como uma "canetada burocrática" do magistrado contra uma decisão tomada pelo Congresso.
“Parece, mais uma vez, um jogo combinado; mais uma vez é a democracia que fica abalada. É uma decisão do Congresso Nacional, em sua grande maioria, defendendo a lei da anistia, que, numa canetada monocrática, mais uma vez, o ministro do Supremo revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo”, disse Flávio.
Em nota, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) disse que Moraes "suspendeu a vontade popular" e cobrou que a Câmara aprove uma "PEC contra decisões monocráticas" e pediu uma "verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
O deputado Gustavo Gayer (PL-GO) chamou Moraes de "sádico". O parlamentar disse que o ministro "só pode estar de brincadeira" e afirmou que o próprio magistrado teria redigido a Lei da Dosimetria.
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