Política
Michel Temer (MDB) declarou em entrevista à Bandnews TV, na última terça-feira (17), que nos dias de hoje é "popularíssimo". O ex-presidente disse ainda que o alto nível de rejeição dele ao assumir o cargo, após o impeachment de Dilma Rousseff (PT), foi o que permitiu a aprovação de reformas.
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Eu não tive preocupação eleitoreira, porque não estava no meu horizonte participar de uma reeleição. Mexer no direito do trabalho é um vespeiro, na Previdência Social, no Ensino Médio. Exata e precisamente em função da impopularidade que eu pude fazer isso. Fui um presidente muito impopular, mas em face daquela impopularidade eu fiz tudo isso que eu disse, e hoje sou um ex-presidente popularíssimo", afirmou.
Antes das eleições presidenciais vencidas por Jair Bolsonaro, em junho de 2018, Temer tinha o pior índice de aprovação da história. Segundo o Datafolha, 82% dos entrevistados consideravam o governo como ruim ou péssimo.
No início do mês, Temer definiu que não disputará as eleições presidenciais após o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, ter defendido o nome dele para o pleito, devido a sua experiência. Segundo Rossi, Temer seria capaz de “unir o partido”.
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