Política
Há menos de um mês para o fim da janela partidária, as indefinições sobre a composição das chapas majoritárias na Bahia têm movimentado o xadrez político, principalmente sobre construção e continuidade de alianças para as eleições de 2026.
Uma das incógnitas do grupo político de Jerônimo Rodrigues (PT) é a permanência de Geraldo Júnior (MDB) como vice-governador na chapa de reeleição ao Palácio de Ondina, principalmente após o emedebista encaminhar um conteúdo desfavorável ao pré-candidato ao Senado e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT).
Diante do cenário adverso para Geraldo Jr. ao lado dos petistas, os constantes diálogos de Geddel Vieira Lima com políticos da oposição, como Zé Cocá (PP), têm levantado suspeitas sobre a possibilidade do embarque do MDB no grupo de ACM Neto caso a legenda fique sem espaço na chapa majoritária de Jerônimo.
Em reservado, uma fonte informou ao BNews que a retomada da parceria entre MDB e União Brasil é vista com bons olhos e sem ressentimento após o racha de Geraldo Jr. com ACM Neto em 2022.
A avaliação dentro do União é que o partido não irá cortejar o MDB, mas que estará de “braços abertos” para abarcar a sigla no rol de aliados na disputa, vista como sensível para o ex-prefeito de Salbador.
No início da semana, Geddel expôs detalhes da conversa que teve com Zé Cocá, apontado como principal nome para ser o vice de ACM Neto. Ele pontuou ainda que o MDB tem “dado demonstrações contundentes de lealdade ao projeto” de Jerônimo Rodrigues, destacando que irá “serenamente aguardar definições [...] para então seguir adiante”.
“Em mais uma demonstração de grandeza do MDB e de @geraldojunioroficial, e sempre preocupados em agregar, ainda que com sacrifícios pessoais muitas vezes não reconhecidos, tive, na semana que se encerra, uma ótima conversa com Zé Cocá. [...] Infelizmente, Zé não achou prudente avançar no que conversamos agora”, destacou.
No fim de fevereiro, Geddel já havia feito aceno ao senador Angelo Coronel (PSD), que rompeu com o Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia após ser rifado para disputar a reeleição ao Senado.
Através das redes sociais, o ex-ministro afirmou ter dialogado com o parlamentar, o que gerou dúvidas sobre o apoio dele à candidatura do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), ao Senado.
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