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Hospital divulga novo boletim e afirma que Bolsonaro teve piora em quadro inflamatório; confira

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Bolsonaro está internado desde sexta-feira (15), em estado grave, devido a pneumonia  |   Bnews - Divulgação Reprodução/redes sociais
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 15/03/2026, às 11h33 - Atualizado às 11h35



O Hospital DF Star, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na UTI, divulgou, na manhã deste domingo (15), um novo boletim médico sobre o estado de saúde do político. Segundo o documento assinado pela médica do ex-chefe do Executivo nacional, ele apresentou melhora na função renal.

No sábado (14), o político havia apresentado uma piora nas funções renais e elevação nos marcadores inflamatórios. Ainda conforme o novo boletim, Bolsonaro manteve a “elevação dos marcadores inflamatórios no sangue”.

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“Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos. Segue com suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento”, completou o boletim.

Jair Bolsonaro deu entrada na sexta-feira (13) na unidade hospitalar após apresentar febre alta e queda na saturação de oxigênio. Segundo relatórios apresentados por equipes médicas da Papudinha, onde está preso, a piora no quadro de saúde do político ocorreu de forma rápida e repentina

Após a internação, exames de imagem e laboratoriais confirmaram o diagnóstico de broncopneumonia, causada pela aspiração de líquido do estômago. Os médicos e a família aponta que, neste momento, o ex-presidente está com um quadro grave da doença.

Veja o que diz o boletim

"Brasília, 15 de março de 2026 - O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital DF Star em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração. Evoluiu com estabilidade clínica e melhora da função renal, porém com nova elevação dos marcadores inflamatórios no sangue. Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos. Segue com suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora. Não há previsão de alta da UTI neste momento"

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