Política
por Bruna Rocha
Publicado em 04/10/2025, às 19h25
O ex-deputado estadual de Goiás e médico Iram Saraiva foi liberado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) nesta sexta-feira (3), após ser preso na quarta-feira (1º) sob suspeita de estuprar a própria filha de 2 anos.
A defesa do ex-parlamentar afirmou que ele é inocente. “A defesa reafirma sua confiança na Justiça e tem plena convicção de que, ao final do processo, a inocência de Iram Saraiva será definitivamente reconhecida”, declarou, em nota.
Segundo a Polícia Civil, o caso vinha sendo investigado havia seis meses. Após a prisão, foram colhidos depoimentos, exames e laudos médicos.
O Ministério Público confirmou que apresentou denúncia formal contra o ex-deputado e que o celular do investigado foi apreendido. A prisão ocorreu na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com a defesa, a acusação partiu da ex-esposa de Iram. “Iram foi acusado por sua ex-esposa de ter transmitido herpes à filha. Por isso, submeteu-se voluntariamente a exames laboratoriais, que comprovaram não ser portador do vírus. O laudo do exame de corpo de delito realizado na menor não apontou qualquer indício de violência”, diz o comunicado.
Iram Saraiva foi deputado estadual em Goiás entre 1999 e 2007. Seu pai, Iram Saraiva (falecido em 2020), foi senador, deputado federal e estadual pelo MDB, além de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
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