Política

Na mira da PF, ex-governador do Rio afirma que atos da sua gestão sobre a Refit foram “técnicos e legais”

Fernando Frazão / Agência Brasil
Ex-governador do Rio de Janeiro afirma que sua gestão seguiu critérios técnicos e legais em relação ao Grupo Refit  |   Bnews - Divulgação Fernando Frazão / Agência Brasil
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 15/05/2026, às 12h30



Alvo de uma operação da Polícia Federal nesta sexta-feira (15), o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que todas as medidas adotadas por sua gestão envolvendo o Grupo Refit seguiram critérios “técnicos e legais”. Em nota, a defesa destacou que o governo estadual foi o único a conseguir que a empresa quitasse parte de suas dívidas com o estado.

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Segundo a assessoria do ex-governador, os procedimentos relacionados à política de incentivos fiscais obedeceram às normas previstas na legislação e passaram por análises técnicas e aprovação dos órgãos competentes.

Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes”, informou a defesa em comunicado oficial.

Ainda conforme a nota, a administração de Cláudio Castro conseguiu garantir o pagamento de parcelas que, somadas, chegam próximo de R$ 1 bilhão aos cofres estaduais.

O advogado Carlo Luchione afirmou que o ex-governador colaborou com os agentes federais durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão. De acordo com Carlo, a operação ocorreu “sem qualquer intercorrência” e “nada de relevante foi apreendido”.

A ação da PF faz parte das investigações conduzidas no âmbito da ADPF 635/RJ, conhecida como “ADPF das Favelas”, que está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do STF. O inquérito apura a atuação de organizações criminosas e possíveis conexões com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.

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