Política
Publicado em 29/01/2025, às 12h14 Rebeca Santos e Daniel Serrano
O desejo do Partido dos Trabalhadores (PT) de encabeçar uma chapa puro-sangue nas eleições de 2026 vem dividindo opiniões dentro da base do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT).
O governador lidera um grupo político formado por dez partidos, com duas vagas ao Senado Federal a serem preenchidas.
Durante o 8º Encontro de Prefeitos da Bahia, realizado nesta quarta-feira (29), o senador Ângelo Coronel (PSD) comentou sobre a construção da chamada “superchapa dos vencedores”, que reuniria os três últimos governadores petistas.
“Eu não sou de escalar time de ninguém. Cada partido tem o direito de escolher seus filiados e colocá-los nas posições que acharem interessantes. O nosso partido ainda não se posicionou; vamos nos posicionar apenas em março do próximo ano. Acho muito infantil tratar das eleições com dois anos de antecedência. Eu sempre digo que o apressado come cru. Então, vamos esperar até março do próximo ano para que o partido tome uma decisão”, afirmou Ângelo.
O senador destacou que é necessário haver diálogo com o PSD, e que certas decisões não devem ser tomadas “por decreto ou por entrevista de rádio”.
“É importante que se saiba que não existe somente a chapa governista. Qualquer candidato de qualquer partido pode se lançar avulso, com outra coligação. Tudo depende da conveniência, do momento. Hoje, estamos na base. Se a base tratar o PSD bem, se a base não nos retaliar, se a base realmente quer que o maior partido da Bahia fique unido, precisa sentar para conversar. Não é por decreto ou por entrevista de rádio que se coloca ou tira alguém”, enfatizou.
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