Política
por Carolina Papa
Publicado em 05/05/2026, às 17h36 - Atualizado às 17h43
O projeto de lei do Plano Municipal de Segurança será, finalmente, votado em plenário pela Câmara Municipal de Salvador na quarta-feira (6).
A data sela o impasse dentro da casa legislativa sobre a apreciação da proposta, que vem sendo postergada há meses. A data, cravada pelo presidente da Câmara, Carlos Muniz (PSDB), fez com que os vereadores precisassem acelerar as discussões sobre o projeto, principalmente para a oposição que tem defendido que não houve tempo hábil para analisar a proposta, o que vem sendo rebatido pelo presidente.
Em entrevistas à imprensa, o tucano aponta que o projeto foi encaminhado à Câmara há cinco meses. Por outro lado, vereadores alegam que a proposta só começou a ser, de fato, avaliada há dois meses.
Apurações feitas pelo BNews dão conta que a votação do projeto não aparenta ser uma prioridade da base do prefeito Bruno Reis (União Brasil). Na segunda-feira (4), vereadores da situação desfalcaram a reunião conjunta das comissões, travando o avanço do projeto na CMS.
O episódio gerou a necessidade de mais duas reuniões, uma ocorrida nesta terça-feira (5) e outra marcada às vésperas da votação na quarta-feira (6). A oposição tem batido na tecla sobre as fragilidades do projeto, apresentando cerca de 11 emendas para dar mais robustez à proposta.
Em reservado ao BNews, vereadores apresentaram estranhamento com a pressão de Carlos Muniz para votar o Plano Municipal de Segurança. Nos bastidores é comentado que a decisão do presidente seria uma maneira de mostrar força dentro da Câmara, principalmente após o período de ausência em sessões e adiar a votação do projeto.
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