Política

Presidente de CPMI diz que quebra de sigilo de Lulinha foi legítima

Roque de Sá / Agência Senado / Arquivo
O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, disse que a quebra do sigilo de Lulinha seguiu o regimento interno do Senado  |   Bnews - Divulgação Roque de Sá / Agência Senado / Arquivo
Davi Lemos

por Davi Lemos

davi.lemos@bnews.com.br

Publicado em 02/03/2026, às 17h52 - Atualizado às 18h06



O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos/MG), afirmou a legitimidade a votação que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

“Não houve nenhum erro na votação, está muito claro que seguimos o Regimento o tempo inteiro”, declarou o senador ao citar a tramitação do requerimento com as quebras de sigilo do filho do presidente Lula (PT).

Após a proclamação do resultado, houve confusão na sala da CPMI, quando parlamentares governistas questionaram a contagem de votos e o formato adotado no processo.

Segundo Carlos Viana, a votação em bloco foi solicitada pelo próprio governo, como prevê o regimento interno. O senador acrescentou que a verificação de quórum passou a valer pelo painel eletrônico de presença, que registrou 31 parlamentares no momento da deliberação.

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