Política

STF autoriza que acusado de matar Marielle deixe prisão escoltado para fazer exame

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O pedido partiu do Ministério da Justiça e Segurança Pública, após defesa do acusado alegar doença cardíaca  |   Bnews - Divulgação Divulgação
Lucas Pacheco

por Lucas Pacheco

lucas.pacheco@bnews.com.br

Publicado em 11/01/2025, às 11h51



Após pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que a polícia penal realize a escolta do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), durante a realização de um exame médico fora do presídio federal em Campo Grande (MS), onde ele está preso. A decisão é do ministro Alexandre de Moraes. 

O secretário de Politicas Penais, André Garcia, em ofício endereçado a Moraes, destacou a competência e a especialização dos policiais penais federais na condução de escoltas consideradas de alto risco. 

"Informo que os procedimentos dessa natureza têm sido realizados ordinariamente pelo Sistema Penitenciário Federal, uma vez que a Policia Penal Federal é responsável pela escolta de todos os seus custodiados", diz um trecho do documento. 

 A defesa de Brazão afirma que ele tem uma doença que afeta as artérias do coração e Moraes autorizou que o deputado passe por uma consulta presencial com um cardiologista e realize um exame de cineangiocoronariografia. As datas não foram informadas. 

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