Política
Após pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que a polícia penal realize a escolta do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), durante a realização de um exame médico fora do presídio federal em Campo Grande (MS), onde ele está preso. A decisão é do ministro Alexandre de Moraes.
O secretário de Politicas Penais, André Garcia, em ofício endereçado a Moraes, destacou a competência e a especialização dos policiais penais federais na condução de escoltas consideradas de alto risco.
"Informo que os procedimentos dessa natureza têm sido realizados ordinariamente pelo Sistema Penitenciário Federal, uma vez que a Policia Penal Federal é responsável pela escolta de todos os seus custodiados", diz um trecho do documento.
A defesa de Brazão afirma que ele tem uma doença que afeta as artérias do coração e Moraes autorizou que o deputado passe por uma consulta presencial com um cardiologista e realize um exame de cineangiocoronariografia. As datas não foram informadas.
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